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Quadrilha que fraudava contas bancárias em todo o Brasil é desarticulada no Piauí


Carros são apreendidos e levados à sede do Greco (Foto: João Cunha/G1)Pelo menos quatro pessoas já foram presas nesta quarta-feira (23). Bando roubava dados e dinheiro de contas e ostentava em casas noturnas.


























Foi deflagrada nesta quarta-feira (23/11) pela Polícia Civil do Piauí através do Grupo de Repressão ao Crime Organizado (Greco), operação para desarticular organização criminosa formada por ‘hackers’ que atuavam em fraudes bancárias, intitulada de Operação Phisers. As prisões acontecem em Teresina, Timon (MA) e Fortaleza (CE), onde os suspeitos foram encontrados no momento.
A quadrilha atuava em todo o país e a polícia iniciou as investigações após receber a denúncia de uma das pessoas lesadas que teve valores significativos retirados de sua conta. 
No início da manhã, quatro pessoas foram presas, sendo duas na capital piauiense e outra em Timon.





Delegada Rejane Borges, do Greco
(Foto: João Cunha/G1) 
De acordo com a delegada Rejane Borges, do Greco, após os criminosos conseguirem retirar a quantia das contas, o dinheiro era repassado para contas bancárias de outras pessoas que recebiam uma porcentagem do valor transferido e emprestavam seus cartões de crédito. Somente em uma das transações, a polícia identificou o repasse de R$ 90 mil

Os integrantes da organização criminosa chegaram a ostentar nas redes sociais, em bares e casas noturnas de Teresina, onde gastavam numa noite de R$ 10 a R$ 15 mil.
Operação Phishers.

A nome da operação é uma alusão ao termo tecnológico “Phishing” utilizada na área de Segurança da Informação que se refere a uma forma de fraude onde os Hackers tentam roubar informações (credenciais de login ou informações de conta) através de e-mail ou mensagens instantâneas, bem como outros canais de comunicação. 

Normalmente, a vítima recebe uma mensagem que parece ter sido enviada por contato ou organização conhecida. Os phishers utilizam redes sociais e outras fontes para reunir informações básicas sobre as suas possíveis vítimas.

G1-PI
MARIVALDO LIMA

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