script src='https://ajax.googleapis.com/ajax/libs/jquery/1.7.1/jquery.js' ad> PORTAL DO MARIVALDO: Tributo inesquecível a Chapecoense reúne 100 mil na Colômbia
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Tributo inesquecível a Chapecoense reúne 100 mil na Colômbia

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A queda do avião que levava a equipe da Chapecoense para a disputa do primeiro jogo da final da Copa Sul-Americana acabou com o sonho não só de um time como de uma cidade inteira e, por fim, chocou o mundo em uma das maiores tragédias da história do esporte. 
Nem por isso o Estádio Atanasio Girardot não acendeu seus refletores e deixou de ter suas arquibancadas tomadas por cerca de 40 mil torcedores. Às 18h45 desta quarta-feira (horário local de Madellín, 21h45 de Brasília), em vez de a bola rolar, deu-se início a uma celebração de homenagem aos 71 mortos no acidente que ocorrera tão perto dali. 
A Colômbia mais uma vez parou para celebrar o futebol que tanto venera, não por causa de um gol para ter uma taça, e sim por solidariedade, respeito e compreensão.
Somando as pessoas que tomaram as ruas, mais de cem mil pessoas participaram da homenagem, segundo a polícia colombiana.
A ambição, as rivalidades, as indiferenças e as paixões futebolísticas foram deixadas de lado pelo povo de Medellín. O semblante de todos era de tristeza. As pessoas, uniformemente de branco, faziam suas homenagens individuais ou de forma coletiva. Não foram poucas as faixas e cartazes em referência à Chapecoense e seus torcedores: “Uma nova família nasce”; “Futebol não tem fronteiras. 
Força a família, torcida e ao povo Chapecoense”; “Estamos contigo, Chape”; “Todos somos Chape”; “Equipe imortal. Campeões para sempre”; “Se foram como lendas”, diziam algumas delas.
Velas foram acesas por muitos torcedores e deixaram o cenário mais bonito e reflexivo. Nesse momento, o exército colombiano rondou o gramado com as bandeiras de todas as nacionalidades que perderam pessoas no acidente. Em seguida, os atletas do Atlético Nacional apareceram no gramado sem chuteiras, mas com flores nas mãos. 
E após os soldados executarem os hinos da Colômbia e do Brasil, o estádio ganhou novamente ares de uma partida de futebol com os gritos inflamados de “Vamos vamos, Chape”.

Fonte: Superesportes
MARIVALDO LIMA

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